Archive for the ‘Projetos 2011’ Category

Desenvolvimento de identidade visual para o Centro Cristão Feminino – CECRIFE

15/05/2012

Em 2011/01, os alunos da disciplina de projeto I – Design Social desenvolveram um projeto de Identidade Visual para a  Instituição Cecrife / Querubim, situada em Novo Hamburgo – RS. Através de coleta de informações sobre o instituto e análise do ambiente, foram identificadas as principais necessidades.

O Centro Cristão Feminino – Cecrife/Querubim, em Novo Hamburgo – RS, acolhe meninas gestantes, crianças e adolescentes em situação de risco social, pessoal, violência doméstica, negligência entre outros fatores. A entidade pertence à Associação Evangélica de Ação Social – AEVAS, de Novo Hamburgo. O abrigo se sustenta através de doações de diferentes parceiros, que auxiliam no fornecimento de roupas, artigos de higiene, alimentos, entre outros. Eventos e participação em editais também são formas para captação de recursos para aprimoramento de suas atividades.

Utilizando uma metodologia específica foi possível chegar a um resultado bastante satisfatório para o Projeto. Foram aplicadas ferramentas criativas como a nuvem conceitual, para representação do conceito da instituição, bem como moodboards e mapas mentais visando relacionar os principais aspectos a serem considerados no projeto.

Nuvem conceitual com palavras-chave

A nuvem conceitual facilitou o desenvolvimento dos moodboards, que são paineis ilustrativos criados para gerar inspiração de formas e cores encontradas em imagens que representem o conceito a ser passado, com imagens dos pontos positivos e negativos da instituição,  imagens referentes ao público-alvo,  tema visual e para a expressão.

Moodboards conceituais

O grupo inspirou-se no crescimento e proporção natural das formas da natureza, escolhendo o tema flores e, mais específico do girassol, pela sua postura altiva que transmite conceito alegre, representando a força positiva do sol, visto que se movimenta em busca da luz solar, transmitindo calor, força, integridade e adoração a vida. Além disso, o miolo, característico do girassol, possui um sistema de construção ligado a sequência de Fibonacci, que também está ligado à proporção áurea.  Elam (2010, p. 10), explica essa relação:

A pinha e o girassol apresentam padrões de crescimento em espiral muito semelhantes. As sementes dos dois crescem ao longo de duas espirais que se intersectam e irradiam em direções opostas, e cada semente pertence a ambos os conjuntos de espirais. (…) A mesma proximidade com a seção áurea ocorre no caso das espirais do girassol: há 21 espirais em sentido horário e 34 em sentido anti-horário. Os números 8 e 13, constados nas espirais das pinhas, e 21 e 34, nas dos girassóis, são bem conhecidos dos matemáticos. Eles são pares adjacentes na serie matemática conhecida como seqüência de Fibonacci. Nesta, cada numero é obtido pela soma dos dois anteriores: 0, 1, 1, 3, 3, 8, 13, 21, 34, 55… A razão entre dois termos sucessivos na serie tende no limite a 1:1,1618, ou seja, a proporção áurea. (ELAM, 2010, p. 10)

Painel de referências visuais

Através dos esboços gerados, buscou-se construir  formas através da utilização da rosácea, que é um elemento arquitetônico ornamental, do período gótico, que ocorreu em meados do século XII até o inicio do século XVI. A principal aplicação das rosáceas era em vitrais das imponentes igrejas da época, representando um meio de iluminação, por onde a luz entra no ambiente. Esses vitrais continham pinturas religiosas, da natureza ou abstratas, sempre representadas em cores vibrantes, que transpassadas pela luz solar iluminavam e coloriam o ambiente interno. Sua construção é feita a partir de sobreposições de círculos a partir de pontos de intersecção entre eles. Após aplicar esse método, foram desenvolvidas diversas propostas, que depois de passadas por um refinamento, obteve-se então a base do símbolo da marca.

Geração de alternativas

Geração de alternativas

Por se tratar de uma entidade que atende somente meninas, conseguiu-se criar uma marca feminina e interessante aos olhos do seu público interno e das pessoas que não estão inseridas no meio,  através de cores interessantes e formas, tanto no símbolo, como na tipografia.

Proposta Final

 

 

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Projeto para o Instituto AME

14/05/2012

O projeto desenvolvido pelos alunos da disciplina de Projeto I – Design Social, no segundo semestre de 2011, para o Instituto Ame teve como objetivo geral, o desenvolvimento de um produto, com finalidade de geração de renda para o Instituto, bem como o reprojeto da identidade visual existente, visando a divulgação do Instituto para seus diferentes públicos. Utilizou-se como base a metodologia proposta pela autora Peón (2000), a fim de organizar os procedimentos e auxiliar na solução dos objetivos a serem alcançados.

Para definir as diretrizes do projeto, pontuaram-se os aspectos positivos e negativos do instituto a ser trabalhado. Como aspecto positivo considerou-se a proposta da instituição, os trabalhos desenvolvidos e as técnicas utilizadas. Em contra proposta, os pontos negativos foram a identidade visual mal formulada, a falta de clareza na comunicação digital com o público e os problemas com a divulgação e organização das informações.

Mapa mental com pontos positivos e negativos da instituição

Definidos os pontos a serem observados, partiu-se para a avaliação de todos os materiais que a entidade dispunha e que precisariam ser refeitos. Avaliou-se principalmente a identidade visual, foco inicial e principal do projeto e aplicações em site, folders e cartão de visita.  Também pensou-se em um novo produto para ser comercializado revertendo em renda para entidade.

Desenvolveu-se então uma nuvem conceitual, onde foram apontados todos os conceitos que deveriam ser levados em conta no desenvolvimento da identidade visual e produtos. A imagem a ser passada deveria ser de um Instituto educativo, preocupado com inclusão social, sustentabilidade, preservação, inclusão, cidadania, enfim, preocupado com a preservação da vida.

Nuvem conceitual com palavras-chave

 No decorrer da etapa de geração de alternativas, conscientizou-se da importância desta para que os objetivos desejados fossem atingidos.

Geração de alternativas

 Optou-se pelo uso de linhas dando a ideia do contorno de uma arara, ficando assim com um visual “leve”, fazendo ainda referência ao meio ambiente, à natureza brasileira. As asas da arara do símbolo foram projetadas a fim de dar a ideia de folhas de livro, remetendo à educação. Logo, na proposta para a identidade visual da empresa, foi possível combinar os conceitos de Arte, Educação e Meio Ambiente, os quais são trabalhados pelo Instituto AME.

Proposta Final

Analisando os resultados obtidos, notou-se que eram necessárias algumas mudanças no visual do Instituto AME, como a identidade visual, o site, cartão de visita e folders. Desenvolveu-se então uma identidade visual mais moderna, com traços simplificados, dando um ar mais leve, assim como o site e folder, que ficaram com uma aparência mais limpa, direta e organizada.

Aplicações

Website

 Criou-se, ainda, um chaveiro com o símbolo do Instituto AME, a fim de levar o nome da instituição e arrecadar renda, podendo assim manter valores essenciais à nossa sociedade: cidadania, educação, responsabilidade social e conscientização ambiental.

Chaveiro com o símbolo da entidade

Visita aos Artesãos de Campo Bom

14/05/2012

No dia 26 de novembro, o aluno Henriqeu Bittencourt e a Profa. Daiana Satudt visitaram a Associação de Artesãos de Campo Bom para uma conversa acerca de novas necessidades. Na ocasião participaram: a Associação de Artesãos da Vila Operária, Aartebom e de Quatro Colônias. Os alunos do curso de Design pretendem desenvolver para 2012 uma identidade visual conjunta para o grupo de Artesãos de Campo Bom. A  identidade visual desenvolvida para a Associação da Vila Operária já está sendo utilizada.

Visita ao Grupo de Artesãos de Campo Bom

Oficina de flores em tecido – Escola Raio de Sol

14/05/2012

No dia 01/12/2011, o Projeto de Design Social ofereceu uma oficina de flores em tecido na Escola Raio de Sol. Para a produção das flores, foram utilizados restos de tecido e botões coloridos. Foram ensinados dois tipos de flores às participantes da oficina: a flor dupla e a tulipa.

Flor dupla

Tulipa